A Sociedade Portuguesa de Farmacêuticos dos Cuidados de Saúde (SPFCS) esteve representada por Helena Coelho, Coordenadora da Secção Especializada de Assuntos Regulamentares e Qualidade, no simpósio internacional “Healthcare and medicines: meeting patient’s needs through Council of Europe/EDQM and national programmes”, coorganizado pela European Directorate for the Quality of Medicines & HealthCare (EDQM) e pelo INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde.

O encontro decorreu nos dias 5 e 6 de maio de 2026, em Lisboa, reunindo cerca de 200 participantes provenientes de mais de 30 países, em formato híbrido, num importante fórum europeu de discussão sobre qualidade, segurança e utilização centrada no doente no âmbito dos medicamentos e dos cuidados de saúde.

Ao longo dos dois dias de trabalhos, representantes de autoridades nacionais competentes, associações de doentes, academia, indústria e profissionais de saúde partilharam experiências, programas e boas práticas destinadas a reforçar a proteção da saúde pública e a promover o uso seguro, eficaz e centrado no doente dos medicamentos, tanto na Europa como a nível internacional.

Entre os principais temas abordados destacaram-se:

  1. a digitalização em saúde;
  2. a revisão da medicação;
  3. a rastreabilidade de medicamentos em contexto hospitalar;
  4. a utilização segura de suplementos alimentares de origem herbal.


A participação da SPFCS neste encontro reforça o compromisso da Sociedade com o acompanhamento das políticas europeias, da regulamentação e das melhores práticas internacionais em áreas estratégicas para os farmacêuticos dos cuidados de saúde.

A SPFCS continua, assim, o seu compromisso de formar Farmacêuticos de Excelência para melhores cuidados de saúde, promovendo a atualização científica, o contacto com iniciativas europeias de referência e a integração dos profissionais portugueses nos principais fóruns internacionais de discussão técnico-científica.

O simpósio evidenciou igualmente a importância da colaboração entre Estados-Membros, entidades reguladoras, profissionais de saúde e restantes stakeholders para garantir que recomendações, normas e orientações permanecem alinhadas com as necessidades reais da prática clínica e acrescentam valor efetivo aos sistemas de saúde e aos doentes.